Elas não se sentem diferentes, mas estão fazendo diferença na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Mesmo sendo minoria, as mulheres começam a assumir postos de comando de tropas, aliando competência, segurança e ternura. De acordo com o comandante geral, coronel Mário Sérgio, com exceção de certas missões relacionadas a confronto e força, as mulheres assumem quaisquer funções na PMERJ, e são um diferencial nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
Falar sobre segurança pública em 140 caracteres. Tarefa difícil? Não é o que parece. São postagens assim – curtas, abreviadas, sintéticas e carregadas de opiniões – que vêm pipocando no Twitter. A rede social que virou o xodó dos internautas brasileiros tornou-se um espaço permanente de discussão sobre segurança pública.
Para melhorar a eficiência dos sistemas de segurança, Justiça e carcerário, que são vinculados, mas não se comunicam adequadamente, o Ministério da Justiça, o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional do Ministério Público lançaram a Estratégia Nacional de Justiça e Segurança e Pública (Enasp). As pesquisadoras Elizabeth Süssekind e Jacqueline Muniz comentam a iniciativa.
“A grande diferença que sentimos não é relativa ao que mudou, mas que a mudança começou”. A frase, de autoria do ministro da Justiça, Tarso Genro, refere-se aos efeitos da criação dos Gabinetes de Gestão Integrada de Segurança Pública (GGI) para um efetivo controle da violência e da criminalidade no Brasil. A declaração foi dada durante o lançamento do livro “Gabinetes de Gestão Integrada em Segurança Pública: coletânea 2003-2009”, realizado no dia 8 de fevereiro, no prédio do Ministério da Justiça, em Brasília.
Um dos grandes desafios da agenda política na América Latina é a reforma do setor de segurança. As jovens democracias latino-americanas devem enfrentar, por um lado, um passado marcado por ditaduras e por conflitos que provocaram uma grande desconfiança por parte da sociedade civil acerca do papel da polícia e do Estado nas questões de segurança e, por outro, o contexto atual que associa a América Latina à região mais violenta do mundo.
Entrevista com William Godnick, Coordenador do Programa de Segurança Pública do Escritório Regional das Nações Unidas para Paz, Desarmamento e Desenvolvimento na América Latina e Caribe (UN-LiREC)
Um policiamento mais inteligente, planejado com a contribuição de câmaras setoriais de segurança e a participação da Guarda Municipal e outros órgãos, é a meta a curto prazo do novo comandante do 2° Batalhão de Polícia Militar do Rio de Janeiro, em Botafogo, o tenente-coronel Antonio Carlos Carballo Blanco.
A população de Belo Horizonte ganhou uma ferramenta que mapeia a criminalidade na cidade. Lançado há dois meses, o Programa Virtual de Georreferenciamento de Homicídios da Secretaria de Estado da Defesa Social (SEDS) permite o acesso público às estatísticas completas de onde ocorreram todos os assassinatos da capital. Os crimes podem ser visualizados numa espécie de painel por rua e bairro, com dados diferenciados referentes ao mês, idade e sexo das vítimas.
Projeto desenvolvido pela parceria da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro com o Grupo Cultural Afroreggae leva temas como bullying, violência doméstica, uso da internet, corrupção policial e drogas até escolas, faculdades, igrejas, abrigos para jovens e empresas do Rio.
Complexo residencial na capital de Alagoas que registrava altas taxas de homicídios foi escolhido como uma das três áreas prioritárias para receber recursos do Pronasci. A implementação de projeto de policiamento comunitário com a estratégia voltada para a prevenção de delitos aproximou a polícia da população e diminuiu a violência.